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A realidade dos trens do ramal Santa Cruz


Passageiros do ramal Santa Cruz não agüentam mais a rotina de panes, atrasos, superlotação, acidentes e assaltos. Viajamos no trem do ramal Santa Cruz e ouvimos os usuários veja o vídeo em que o Sr José se manifesta sobre os problemas citados.


Segundo a Supervia o investimento de R$ 2,4 bilhões feito pelo governo do Estado na compra de novos trens melhorou as condições de viagem. Mais não foi o que constatamos para os usuários do ramal Santa Cruz. Usuários reclamam de uma série de problemas, que vão do desconforto a descarrilamentos e acidentes com feridos, etc.
A empresa responsável pela rede admite que os transtornos devem durar mais três anos. Segundo o diretor de Operações da Supervia, João Gouveia, as melhorias só serão realmente sentidas às vésperas dos Jogos Olímpicos, em 2016, segundo um cronograma de renovação de toda a frota, em 2015.

De acordo com a concessionária, até 2016, 120 trens novos com refrigeração estarão circulando no Rio. Desse total, 30 já foram comprados na China pelo governo do Estado. Desses 30, 26 entraram em operação neste ano. A compra de 60 novas composições pelo governo já foi licitada e quem ganhou a licitação foi a mesma empresa chinesa. Outros 30 trens serão comprados pela própria concessionária até 2016.

Segundo a Supervia, nem todos os trens serão substituídos. Também faz parte da renovação da frota a reforma de 73 dos 112 trens antigos. Desse total, oito já estão circulando com ar-condicionado.

Enquanto isso não acontece vemos passageiros de vagões superlotados do ramal Santa Cruz forçando as portas para evitar o fechamento, segu8ndo os mesmos pela falta de espaço.

As principais reclamações dos usuários são atrasos e falta de informação nas estações no ramal Santa Cruz (zona oeste).

Outra situação são os roubos e assaltos teve o pé e a perna amputados após reagir a um assalto na estação Benjamin do Monte, em Campo Grande (zona oeste), no ramal Santa Cruz, em 2 de outubro.

A Supervia está na mira do MP e da Agetransp. Só neste ano, a Agetransp (Agência Reguladora de Transportes do Rio) abriu 22 processos contra a Supervia. As reclamações vão desde panes no serviço a trens com goteiras em dias de chuva. Nos últimos dois anos, a agência multou a concessionária em R$ 2,4 milhões. A empresa, no entanto, pagou apenas 13% desse total, o que equivale a cerca de R$ 322 mil.

A Supervia recorreu à Lei Estadual nº 6.136/2011, que permite o parcelamento das multas em até 18 meses. Por isso, a previsão de pagamento da dívida ficou para o fim de 2013. A concessionária também está na mira do Ministério Público Estadual, que já chegou a propor um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para forçar a melhoria do serviço de trens.

Mas a empresa se recusou a assinar o documento, que prevê multa diária de R$ 300 mil por problemas técnicos, além de reparação por danos morais e materiais aos passageiros. Desde 2011, o MP trava uma batalha na Justiça para a Supervia cumprir os termos do TAC. Além disso, o promotor Carlos Andresano quer que os administradores da empresa sejam responsabilizados pessoalmente pelos problemas nos trens do Rio.

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