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Moradores e transeuntes de Santa Cruz reclamam do mal cheiro ao passar em frente a empresa CICLUS na Estrada da Pedra


Moradores da região tem reclamado do mal cheiro que sentem ao passar e frente a empresa CICLUS - Estação de Transferência de Resíduos Sólidos, instalada na Estrada da Pedra. Segundo os moradores antes da implantação da empresa foi travada uma grande batalha para que não fosse instalado um lixão na região, o que foi atendido em parte, pois o lixão que seria instalado na região foi transferido para a o município de Seropédica, mais no local foi instalado esta Estação de Transferência de Resíduos Sólidos, que vem incomodando os moradores pelo forte mal cheiro exalado.
A Ciclus é uma concessão da Comlurb - Companhia Municipal de Limpeza Urbana - formada como Sociedade de Propósito Específico (SPE) que une duas empresas a Júlio Simões em logística a Haztec em gestão de resíduos.  Fundada em 2010, foi criada para realizar a gestão integrada - transferência, transporte, tratamento e disposição final - dos resíduos sólidos urbanos domiciliares e de grandes geradores das cidades do Rio de Janeiro, Seropédica e de outras prefeituras, além de clientes comerciais. A estrutura da Ciclus inclui as operações de uma Central de Tratamento de Resíduos (CTR) e de sete Estações de Transferência de Resíduos (ETRs), sendo uma delas em nossa região.
A pergunta que não quer calar é a seguinte? Até que ponto os moradores da região estão protegidos dos malefícios das operações desta empresa? não muito longe dali existem residencias, o que  transforma suas operações, em operações de risco, pois se foi o lixão, mas ganhamos um grande depósito de lixo, o que já começou a tornar insuportável o dia a dia dos moradores, em razão do mau cheiro, do risco de contaminação, e da grande concentrações de caminhões de lixo que trânsitam nas vias públicas, fatos que contrariam a NBR 13.896, que determina um mínimo de quinhentos metros de distância entre a área residencial e a instalação de depósito de lixo. A preocupação maior é com a contaminação de possíveis lençóis d´água, de aumento de criadouros de mosquitos da dengue e de doenças respiratórias com a contaminação do ar.
Falta-nos a informação da existência de algum estudo nesta área para saber se o local foi ideal ou não para este tipo de investimento e para instalação da estação de transferência de resíduos sólidos, conforme preconiza a Constituição Federal, as Leis Ambientais e o Código Penal.

Segundo os moradores há tambem o descumprimento da Lei do Silêncio é um “entra e sai” de caminhões com lixos, principalmente após às 10:00 horas da noite, perturbando o descanso da população das adjacências.

Os moradores começaram se questionar sobre as necessidades de impermeabilização do solo, drenagem de gás metano, chorume e tratamento adequado de todos os dejetos, tendo em vista a apresntação do cheiro insuportável de lixo podre que começaram a sentir na localidade, há necessidade de sermos informados se todas as providências, acima aludidas, foram tomadas para a instalação da Empresa CICLUS – Estação de Transferência de Resíduos Sólidos peeto de uma área residencial.
Os moradores aguardam a posição da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e das autoridades da região que parecem desconhecer o assunto.

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