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Criança morta após rompimento de adutora em Campo Grande é enterrada na Zona Oeste

Foi enterrada por volta das 10h de hoje (31) a menina Isabela Severo dos Santos, de 3 anos, no cemitério de Campo Grande. Ela estava em casa com a mãe no bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio, quando a residência foi atingida pela água que jorrou após rompimento de uma tubulação da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto). A menina chegou a ser hospitalizada, mas não resistiu.

O incidente ocorreu na manhã desta terça-feira (30). O jato d’água, que saía com muita força por um buraco de 1,75 m na tubulação, destruiu completamente a casa de Isabela e outras 16. O alagamento na região atingiu 200 residências.

Uma vizinha da criança relatou o desespero da mãe da menina ao tentar salvá-la.

"A mãe dela ficou gritando por socorro, mas a gente não podia ajudar porque a rua estava alagada e a correnteza estava muito forte. A gente só pegou os nossos animais que estavam na casa e levamos para o segundo andar."

Obra mal feita?

Agentes da Delegacia de Campo Grande (35ª DP) realizaram uma perícia durante a tarde de terça para averiguar as causas do acidente. O laudo deverá ficar pronto dentro de 48 horas.

Segundo a delegada Tatiane Damaris, a hipótese mais provável é de que obras de empresas próximas à adutora tenham causado o acidente. Testemunhas, moradores e funcionários da Cedae prestaram depoimentos ontem. Outros envolvidos prestarão depoimentos nesta quarta (31).

Além da morte de Isabela, 17 pessoas ficaram feridas. Nove foram levadas para o Hospital Rocha Faria, sendo que, às 19h30 de terça, apenas uma menina de oito anos permanecia internada, com quadro de saúde estável.

Por volta das 19h30, a Secretaria Municipal de Defesa Social já havia cadastrado 86 famílias que tiveram suas casas invadidas pela água. Destas, 17 foram levadas para hotéis e vão ter as despesas com hospedagem e alimentação bancadas provisoriamente pela Cedae. As outras famílias preferiram ficar em casas de parentes.

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro entrou em contato com a diretoria e com o departamento jurídico da Cedae para agilizar o pagamento de indenizações aos moradores.

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